terça-feira, maio 01, 2007

Rainha do Nada

Desespero de Ariadne
Maldita sou porque te conheci,
O fogo falso de teus olhos vi,
Teu corpo esplêndido contemplei.
Quis-te meu senhor, meu rei
E sou agora rainha de nada.
Cada hora me dói,
Cada minuto choro desesperada
O desperdício de tudo o que não foi.


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