sábado, outubro 13, 2007

Vila poema



«Oh! Pomar venturoso!
De teu fermoso peso
Se mostra o monte ledo
E o caudaloso Zêzere te
estranha
Porque olhas com desprezo
Seu cristal puro e quedo»


Camões, da Canção XII


Pois é, a convite do R e da S - o "casal maravilha", de entre os meus amigos no formato casal - lá vou eu passar os próximos dois dias na vila que Camões* popularizou, espécie de península onde o Tejo e o Zêzere se abraçam, essa mesmo: Constância.
Vila famosa pelas suas cheias de inverno quando os caudais dos dois rios sobem com as chuvas. Nada que a população já não esteja habituada e até faz piada quando os telejornais falam disso a toda a hora, nos dias de inverno chuvosos, como se fosse algo de novo ou uma grande catástrofre inesperada.
Adiante. Para mim, toda esta zona ribatejana do país é mágica, mística diria mesmo. Além de ter sido onde passei os 4 mais despreocupadamente felizes anos da minha vida, em Tomar (ai Tomar!), temos Santarém, Almorol, Castelo de Bode, Ilha do Lombo, Ferreira do Zêzere, Golegã, etc., etc., etc..
Espero vir com as baterias carregadas... Virei com certeza!
Bom fim de semana!

1 comentário:

Paulo disse...

Então, bom usufruto da Vila Poema.