quarta-feira, abril 16, 2008

Ao longe o mar

Hoje voltámos à praia, apesar do tempo estar menos convidativo. Sabe bem vêr o mar, descansa, acalma, renova... há qualquer coisa nisto de ir vêr o mar, não sei explicar...
Há anos que vivo em Setúbal e raramente venho vêr o mar... talvez por sabê-lo aqui perto tomo-o por garantido e não o visito tantas vezes. Se tivesse que ir viver para o interior do país só pensaria na falta que o mar me faz... Isto acontece com quase toda a gente. Somos, no mínimo, uns seres estranhos!
A coisa por aqui não avizinha melhoras e, com quase toda a certeza, dias de grande luta virão, mas por agora aproveito o descanso (mesmo que encapotado, pois a ansiedade não me deixa nunca estar em paz e sereno).
Deixo-vos com esta música, retrato interior mais que perfeito desta tarde:

Ao longe o mar
Madredeus
Letra e música: Pedro Ayres Magalhães

Porto calmo de abrigo
De um futuro maior
Ainda não está perdido
No presente temor
Não faz muito sentido
Já não espero o melhor
Vem da névoa saindo
A promessa anterior
Quando avistei ao longe o mar
Ali fiquei parada a olhar
Sim, eu canto a vontade
Canto o teu despertar
E abraçando a saudade
Canto o tempo a passar
Quando avistei ao longe o mar
Ali fiquei parada a olhar
Quando avistei ao longe o mar
Sem querer deixei-me ali ficar

3 comentários:

Paulo disse...

É linda a música. Vê o mar e que ele te limpe e ajude!

Graphic_Diary disse...

:-)
Quando é que vocês vêm vêr o mar daqui deste lado da Arrábida?
Que tal num destes próximos fins de semana prolongados?
Fica aqui o repto.
Um abraço!

Paulo disse...

Se calhar. Repto aceite, esperamos saber da vossa disponibilidade.